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quarta-feira, agosto 02, 2017

Minha última optativa... Línguas Indígenas

E a última optativa foi: Introdução ao Estudo das Línguas Indígenas

Hoje quero falar sobre minha última experiência com Disciplina Optativa na Universidade...
Não era minha optativa real. Meu desejo era fazer Literatura Japonesa com a professora Cristina, uma romena brasileira fluente em japonês,  que é a responsável pelo curso de meus sonhos. Uma tarde com ela e qualquer apaixonado por Literatura acaba querendo fazer aula com sua turma. É comigo não foi diferente, principalmente porque um dos temas que abordou em nossa conversa, em seu departamento, foi sobre como os japoneses retratam a morte nas suas atividades literárias. Mas havia um problema. A Disciplina tem menos crédito que os 4 que eu precisava de assim parti para outra. É essa outra já começava me sendo desfavorável. Era da área de Linguística  e salvo uma experiência razoável, não tive boas lembranças na área - além de Saussure, o cachorro preto que vivia tentando assistir aula conosco nos primeiros períodos…
Comecei frequentar as aulas. Introdução aos Estudos das Línguas Indígenas. É sim, tinha todo o traçado esquemático comum de uma disciplina linguística. Só que era muito mais que isso. O professor Frantomé, titular da disciplina, consegue desenvolver uma didática produtiva e casa de forma perfeita história e Língua de modo que a aula com ele em nada lembra um apanhado de esquemas linguísticos. Sim, trabalhamos a Linguagem, os Troncos e todas as famílias indígenas do Amazonas, viajamos pela construção da Língua Geral Brasileira e seu uso como manipulação  e generalização de um povo; abordamos juntos todo o prédio aculturação, desconstrução de humanidade e demonização da cultura indígena. É sim, eu tive prazer em estudar algo tão diferente da área de Literatura. E ele foi o primeiro professor da área de Linguística a não perguntar qual nossa área de interesse na grade de Letras. E talvez não tenha feito pois, pareceu-me, que para ele uma parte não diferencia da outra. Tudo é Linguagem e por ser assim, pode ser uma construção de conhecimento coesa, bem homogênea e sem os percalços comuns ao ensino fragmentado.
A turma era eclética e vinda de diversos cursos, o que para a maioria dos professores, torna a aula em um eterno lembrar de onde vem aluno X ou Y. Com ele isso não acontecia. A aula era sucinta, apesar do tempo, quatro longas horas. No entanto, ele conseguia prender a atenção e o interesse da classe.
É maravilhoso quando encontramos um professor que é apaixonado por sua disciplina. É o professor Frantomé é assim, um profissional que conhece de fato seu material de pesquisa e sabe ensinar e influenciar seus alunos. Aprendi muito com ele e retomei meu interesse pelo estudo dos povos indígenas.
Saio dessa experiência muito melhor preparada e mais madura como professora.


PS. 1. Saussure, o cachorro que citei ainda vive na UFAM, mudou-se para as imediações do novo RU da área de Humanas.
PS. 2. Problemas técnicos quase invalidaram a efetivação dessa Disciplina em meu histórico… 

quarta-feira, julho 12, 2017

Voltando! ... Ufam ficando para trás... Deus seja louvado!

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas sentadas e área internaBem, eu queria mesmo é escrever que acabou... Mas ainda não será hoje... No entanto, está acabando... Já defendi TCC e depois conto para vocês como foi.
Só adianto que defendi meu tema predileto: A Morte na Literatura.
A imagem pode conter: textoFalei de Versos da Morte, da Dança Macabra e do filme Sete Selos, de Ingmar Bergman, três linguagens diferentes, abordando a temática da Morte e como Teoria, Fenomenologia (Amgamben, Heidegger, Maranhão e outros). E, para arrebentar a boca do balão, escolhi como Orientadora, a minha professora de Literatura Portuguesa. A Dra. Nicia Petreceli Zucolo.
Que ela não me leia por aqui...Mas muitos colegas acreditavam que seria meu suicídio acadêmico. Já eu pensava que iria mesmo sofrer um aprendizado corpo, alma e coração. E só eu estava certa. Li muito. E aprendi muito. Todos os dias uma novidade, indo de leitura em leitura...
Só que ainda não vou falar disso aqui... Só vim mesmo colocar uma canção para vocês irem se acostumando com minha volta... Depois, que conseguir publicar meu Artigo, posto link e conto como foi de verdade...
Bem, se ficou curioso, a nota foi perfeita: 9,5. (Olhe a outra foto...Só para ter um gostinho...hehehe)

Beijos e Fui...

Em tempo. Na primeira foto eu e ele. Sayman Henrique, meu menino lindo...
Que hoje está fazendo sucesso com seu novo Book sensual para a Let's Click...(Se fosse você corria lá)


segunda-feira, março 28, 2016

Sociedade dos Poetas Mortos (Dead Poets Society) e Renato Regis


No Primeiro Período recebi uma Lista de filmes para assistir, entre eles estavam Sociedade dos Poetas Mortos, A Cor Púrpura e Mãos Talentosas. Foi o professor Renato Regis, conhecido aqui em Manaus como o Profeshow. Foi nosso Professor de Prosa Moderna 1. Com ele aprendemos mais que Parágrafo Padrão, aprendemos também ser apaixonados pelo Ensino. Ele é. Ama ensinar.
Não fomos beneficiado por um bom calendário, em seus dias de aula, quase sempre era feriado, ponto facultativo e outras coisitas mais, além do PARFOR. Mas tivemos aulas supremas. Orientou-nos bem para a nossa caminhada e nos auxiliou, tanto em sala de aula, como pelos corredores. Não há vez o que o encontremos que não tenha nada a nos ensinar...
Bem, mas falemos de filme... Com Spolier básico

Só que nessa noite pascal, eu parei os estudos para assistir Sociedade dos Poetas Mortos. E me arrependi de não assistir antes e vou contar tudo! Então, se é problema, pode assistir antes de continuar a Leitura...Eu espero... (hehehe)

Assistiu? Então sigamos...
Que lição maravilhosa, que transparência sobre o cenário que envolve o Ensino, que exata fotografia do cinismo de professores amalgamados no tradicional e cansativo, que belas pinceladas sobre a capacidade de cada jovem aprender e apreender o Ensino. Ainda é um retrato da Sociedade que se molda e se aliena a padrões sociais e aceita ser "aparado"  no que se é melhor...
Os pais que nos são apresentados são seres moldados à forma padrão: Eu mando você obedece. Eu quero, você faz. Os resultados não poderiam ser piores...

Infelizmente nós, adultos, pensamos que sabemos o que os jovens precisam e não levamos em consideração a sua real necessidade... Escolhas então! Parece-nos que os jovens não as podem fazer, principalmente se elas afastam de nossos objetivos para eles.
Os resultados para essas convicções equivocadas são: filhos insatisfeitos, filhos infelizes, profissionais desmotivados, e mais pessoas infelizes...
O filme, como tópico para o Ensino, tem em  Robim Williams e seu professor John Keating um exemplo de determinação, competência, doação e ousadia. Capitão, como acaba apelidado pelos alunos,  mostra sua capacidade de orientar.
Os resultados são grandiosos, de sua participação como professor - e que inveja dele quando ele manda rasgar uma teoria cansativa!

Sua construção do Ensino, coloca os alunos frente aos seus medos (Todd Andersen - Ethan Hawk), suas perguntas e seus demônios e cada um reage à sua forma, tornando-se livres pensadores ou voltando-se, à primeira dificuldade, a sua antiga forma (Richard Cameron - Dylan Kussman).
Até o último instante fica-nos a pergunta se tudo o que aconteceu volta ao início, mas ao final, vem o "pagamento" ao professor agora desempregado.
E que pagamento! Os alunos percebem-se responsáveis por suas escolhas e frente ao diretor, que agora se fez professor para "consertar" a classe, mostram que são capazes de entender a necessidade de olhar por outro ângulo, uma vez que pelos caminho tradicionais nada podem mudar.
Muito lindo.

E amei o filme. Não me estendo mais, se não conto tudo e quero que você que veio até aqui, assista e veja por você mesmo, que além de um belo cenário, uma fotografia grandiosa, há grandes lições e grandes representações... Atente para o ator que faz o Neil (Robert Sean Leonard). Como seu personagem cresce no filme... Você sabe que ele se exteriorizou... E quem curte a Série Dr House, conhece-o pelo nome de Dr James Wilson.
Mais uma vez, valeu Renato Regis!

Bem..Fui...
Amo vocês...Saudades...

domingo, setembro 08, 2013

Meu Parágafo Padrão - Coisa Chata



      Escrever um texto com normas é chato. Ficar tentando desdobrar um texto para ver se ele se adequa a uma norma que sabe  lá Deus quem foi quem inventou e para que serve, que delimita seu ponto de vista, seu modo de escrevr e pensar... Ninguém merece!
          Só que estudar Letras tem disto e para não perder a piada, escrevi meu parágrafo teste bem zoando o tema... Espero que curtam ler, como eu curti escrever...
           Quanto a mim, vou para minhas resenhas... Até mais lindos!

 

Todo mundo já foi açoitado pelo fantasma da Redação sobre fim de semana ou férias quando estudava no Ensino Fundamental ou mesmo no Médio (Faulstich, Enilde, p 10, 1987). Na verdade, para muitos Coordenadores Pedagógicos fazer uma Redação quando falta professor de qualquer disciplina é uma punição necessária para que os alunos não debandem da sala ou não tenham a magnífica ideia de solicitar que um dos próximos professores da grade adiante a aula. Acho que peguei implicância com estes profissionais desde aí. Mas escrever um texto no ‘de repente’ não é uma atividade específica desta época não. Na Universidade alguns professores adoram resolver tudo com um textozinho qualquer para complementar horário ou para fechar disciplina. E resenha então? Faltou luz dispensa e pede uma resenha para a próxima aula, acabou a água, a mesma atividade. Ainda bem que amo escrever. Desde uma redação até mesmo a um parágrafo, que para mim é pura perda de tempo.




Tópico Frasal: Todo mundo já foi açoitado pelo fantasma da Redação sobre fim de semana ou férias quando estudava no Ensino Fundamental ou mesmo no Médio (Faulstich, Enilde, p 10, 1987).
Delimitação do assunto: Na verdade, para muitos Coordenadores Pedagógicos fazer uma Redação quando falta professor de qualquer disciplina é uma punição necessária para que os alunos não debandem da sala ou não tenham a magnífica ideia de solicitar que um dos próximos professores da grade adiante a aula. Acho que peguei implicância com estes profissionais desde aí.
Fixação do objetivo: Mas escrever um texto no ‘de repente’ não é uma atividade específica desta época não. Na Universidade alguns professores adoram resolver tudo com um textozinho qualquer para complementar horário ou para fechar disciplina.
Desdobramento: E resenha então? Faltou luz dispensa e pede uma resenha para a próxima aula, acabou a água, a mesma atividade.
Conclusão: Ainda bem que amo escrever. Desde uma redação até mesmo a um parágrafo, que para mim é pura perda de tempo.

terça-feira, janeiro 22, 2013

UFAM e eu!






Uhul!
Agora sim!
Estou na UFAM.
Depois de meses de estudo exaustivo, uma prova cansativa e concorrida, eis-me aqui apresentando a vocêsminha vitória!
Entrei na UFAM e estou muito frliz mesmo.
Tremi tanto ao assinar minha matricula que pensei que minha assinatura nem ia bater, mas apesar do nervosismo, assinei com clareza, sem errar!
Foi uma grande luta.
lembro-me que senti muita alegria quando consegui entrar na São judas - tinah escolhido Direito e fui uma das primeiras a serem chamadas, mas minha reabilitação ainda estava no início e não pude entrar para a Faculdade.
Passaram-se 5 anos e agora, em outra situaçãoe até em outro Estado, eis-me feliz de novo e desta vez vitoriosa, afinal minha matricula esta feita e eu vou estudar.
Com todos os indícios  de tudo o que passei ans outras tentativas e sem conseguir, não quis comemorar antes da hora, mesmo quando vi meu nome sendo o Vigéssimo das 32 vagas válidas e na Primeira chamada!
Faltava os documentos da conclusão do Ensino Médio e muitas pessoas prometeram me enviar, mas garaças a Deus posso contar com meu amigo e pastor Sérgio. Ele providenciou que chegasse as minhas mãos a tempo.


Fiz como Tomé: Só acredito vendo!
Ai está o meu primeiro passo para que eu veja e que todos que acreditam e torcem por mim também vejam esta min ha vitória!
Ainda estou em transe, para ser sincera, mas muito feliz.
Chegar aqui levou tempo e mudança de pensamento.
Estou confiante, mesmo sabendo de tudo o que estou abrindo mão, mas sei que lá na frente tomo posse do que me pertence e o que não é meu passa. Afinal tudo passa nesta vida. Muito obrigada sim a todos que entraram nesta torcida para que os documentos chegassem a tempo. E chegou!
Muito obrigada.
Obrigada Rogério Camurça Afonso por ter ido levar me RG no primeiro dia da prova. Se você não se dispusesse levá-lo eu teria perdido esta chance. Obrigada Jane Uchôa não só por comemorar comigo e ser você a estar comigo na hora de mme buscar, mesmo tendo que correr com suas outras atividades. Obrigada Pastor Sergio Carlos da Silveira que mesmo com as corridas do trabalho e os preparativos para cumprir sua agenda de pregações, colocu-se a disposição de me enviar estes documentos e só sossegou quando embarcou os mesmos.

Aos amigos que só puderam orar e torcer, meu muito obrigada,
Obrigada pelo apoio, carinho e palavras de incentivo.
A todos que torceram e me parabenizaram nestes dias, meu carinho sincero e meus agradecimentos.
Valeu!



IP Casa de Oração - Rua Moreira Neto, 283 - Guaianases - São Paulo

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Gióa Júnior