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domingo, janeiro 09, 2022

Sobre 51 Anos, Aprendizados, Gratidão e Vida...

 

Hoje é meu Aniversário...
51 Anos.

De
Felicidades
? Não mesmo!
De Amor? Menos ainda.
De Gratidão? Nem sempre.
De Alegria de viver? Bem pouca.
Mas ainda assim, 51 ano de vida. 51 Anos tentando ser Eu.
E o que aprendi com isso?
Aprendi que se você viver esperando a Felicidade acaba por perder momentos felizes.
Aprendi também que esperar o Amor é uma alucinação coletiva. Não se deve esperar, é preciso amar a si mesmo primeiro, como ensinou Jesus e depois as outras pessoas "como elas são'' como cantou Renato Russo.
Aprendi ainda que ser grata a Deus e aos homens é antes de tu contemplar em si o bem, a Felicidade, o Amor que se recebe e que alimenta a alma.
Dizem que depois dos 50 agradecemos até as feridas provocadas pelos outros porque elas nos fazem forte. Eu, no entanto, não vejo motivo para agradecer isso. Nunca quis ser forte, fui forçada a ser, mas acho que a fraqueza é também equilíbrio. Você não precisa ser forte todo o tempo e isso sim aprendi à duras penas.
Ser forte todo o tempo enfraquece a alma de todos, tira a doçura de uns e leva outros ao suicídio.
Sim, hoje não é Setembro e deveria ser um dia feliz, mas ainda assim é dia de dar uma sacudida na nossa consciência e pedir de presente algo pelos outros. E por isso, no Meu Dia peço aos meus #amigos e a todos que me seguem que diga mais ''Não precisa ser forte o tempo todo, chore aqui no meu ombro'' e exija menos que os outros se quebrem para ser fortaleza. Juntos somos fortaleza, então sejamos uns para os outros o apoio necessário.
Essa Pandemia deveria ter ensinado isso a todos nós, os #Sobreviventes.
Depois de tudo o que vivemos nesses meses longos e sombrios nem fica bem eu agradecer sem lembrar dos que tombaram.
Meu desejo é de Paz e de descanso a todos nós e que boas notícias venham.
Feliz 51 anos para mim.
E agradeço desde já o carinho.


sexta-feira, março 01, 2013

Nascer é sempre emocionante


Nascer é sempre emocionante.

Foi esta impressão que tive ao entrar naquela maternidade. Não era minha primeira vez ,nem como profissional, nem como mulher. Mas o local tem todo um clima de festa, embora às vezes seja motivo de tristeza. Ir para a maternidade receber uma nova vida é mudar o rumo de tudo. Resumindo: chegam duas pessoas e voltam três ou mais.
Desde a admissão onde se vê a necessidade de internar ou não, saber se está cedo ou se já está até passando da hora, o trabalho é contínuo, progressivo e muita das vezes rápido fazendo com que a dinâmica da instituição seja flexível para se adaptar aos mais diversos desfechos. Como por exemplo, a mudança na intervenção de um parto normal para o cesáreo, as medidas que devem ser tomadas nas intercorrências e o desfecho disso tudo no final.
Claro que nascer é fisiológico mesmo por que a vida inteira pessoas nasceram, e muito antes de todos estes recursos tecnológicos, psicológicos, farmacêuticos e intervencionistas. Nascer sempre foi natural para o homem, com o avanço da medicina e de outras áreas, nascer tornou-se um evento, com direito a planeamento familiar, agora é um evento grandioso cercado de muitos cuidados, muitos mimos e muita orientação para que o recém - nascido de hoje não seja cliente da emergência de amanhã, para que os índices de mortalidade materna e infantil caia todos os anos, para que se tenha uma melhor assistência de fato e qualidade de vida para o binômio mãe e filho.
A instituição possui a referência de parto humanizado. Pessoalmente interpreto este termo como redundante, afinal todo parto obrigatoriamente deve ser humanizado, feito por humanos não? Logo humanamente deve ser. Embora este termo humanizar alcance as técnicas que antecedem o parto e seu desenrolar, muito antes já tínhamos a humanização quando as parteiras faziam os partos das mulheres em casa rodeada pela família com água quente e tesoura esterilizada no calor do fogão, mas tudo dava certo, dentro do que se esperava para a época.
Naquele tempo sofria-se a dor, não tinha alternativa de anestesiar esta dor. O pai esperava lá fora pelo choro da criança e o restante dos cuidados era entrar de “resguardo” e se resguardar de tudo mesmo, com todo o direito de não pegar chuva, sol, subir escadas, comer certos tipos de comida e milhões de recomendações, mas tudo fluía bem pelo menos na maioria das vezes, mostrando que desde que mundo é mundo, mulheres parem seus filhos naturalmente e humanamente, e o que fazem depois durante o período de resguardo é que vai ditar o resto da história de sua gestação.
Porém, algumas inovações mudaram os rumos de algumas coisas. Hoje a mulherada logo após o parto, semanas depois, ou até mesmo alguns dias levam seus filhos para o shopping, dão leite em pó quando chegam em casa e queimam os bebês com assaduras de fraldas, isso ao lado da queda dos índices de mortalidade materna e infantil, digamos que a qualidade de cuidados com esta nova vida caiu junto.
Além de tudo isso hoje as maternidades recebem acompanhantes para a mãe. Pode ser o pai, a mãe, o avô, a prima, a amiga, o importante é ter alguém. Porém analisando o comportamento e o conhecimento destas mães percebi que existem momentos em que há “gente demais”. A mãezinha que se sente frágil, fraca e necessitando de cuidados torna-se mais frágil diante de tantas mãos para ajudá-la. Não que eu seja contra, mas existem momentos que são apenas da mãe e filho, dar banho no bebê é da mãezinha, não é do paizinho, nem da avozinha. Muita gente dentro de uma enfermaria durante três dias fica muito complicada a convivência, eu não ficaria, como não fiquei no meu parto.
Voltando ao passado as mães também tinham seus filhos e eram ajudadas por suas mães, mas nada exagerado, no outro dia a mulher já estava em pé cozinhando, lavando a fralda e comendo canja de galinha branca. Ou como as índias que parem na beira do rio, lavam o bebê na água gelada e levam pra casa andando e sozinhas, nossas parturientes tem apoio de tudo e na hora de dar de mamar que ainda é a única coisa que não se pode delegar elas não conseguem ou simplesmente dizem que não querem.
São muitas orientações, uma avalanche de informações, mais muita gente dentro de um espaço, muitas coisas espalhadas, muita gente entrando e saindo, muito tempo de internação (3 dias) ou seja é muito de cada coisa. E na experiência passada que tive ao ficar com uma parturiente três dias orientando tudo inclusive a importância da amamentação, tive uma enorme surpresa ao fazer a visita domiciliar no sexto dia e encontrei-a dando mamadeira com leite em pó. Sinceramente eu repensei muito no que é dar orientação e no que é ver resultado.
Mas nem tudo são horrores, existem flores. O parto visto pelo acompanhante também é importante, a mulher se sentir amparada tendo um membro da família a seu lado e isso faz toda uma diferença no momento da chegada e no momento que um parto normal torna-se cesáreo e o medo toma conta da parturiente.
Outro trabalho muito emocionante mesmo é o das mamães canguru. Um trabalho de amor e de formiguinha, todo dia um pouquinho de amor em doses homeopáticas para o bebê crescer saudável e fortinho. Este amor incondicional é a melhor medicação dentro daquela maternidade. E o trabalho das doadoras de leite para alimentar o bebê de quem não pode amamentar, assistir as técnicas no banco de leite foi sem dúvida um aprendizado muito diferente.
Nascer é de fato surpreendente, emocionante e bem singular. Um parto não é igual ao outro, assim como a gravidez, mas eu vi em cada bebê um pouco da história de seus pais. Bebês queridos, festejados, amados. Bebês rejeitados, largados, desprezados, até sem nome. Não deveria ser assim, mas infelizmente há também um número muito grande de gravidez na adolescência, nossas crianças fazendo outras crianças e algumas vezes na sua segunda ou terceira vez antes dos vinte anos.
Mas enfim nascer é sempre uma festa, por que a vida assim se desenha, se faz, vem e não pede licença, seja em casa, na maternidade, na ambulância, nascer é o maior barato.

ESCRITO POR JANE EYRE EM 28/02/13

domingo, setembro 23, 2012

Boa Semana Princesas!

Quis compartilhar com vocês este texto maravilhoso que recebi via e-mail. Muito lindo e muito verdadeiro. Felicidades Meninas!
Boa Semana Princesas!
 
No mundo existem diversos tipos de mulheres. Existem as que curam com a força do seu amor e as que aliviam dores com a sua compaixão. Foram exemplos Irmã Dulce, na Bahia e Madre Tereza, na Índia.

Existem mulheres que cantam o que a gente sente e as que escrevem o que a gente sente.

Há muitas mulheres glamourosas, como o foi Lady Di e mulheres maravilhosas que deixam lições eternas, como Eunice Weaver e Madame Curie.

Existem mulheres que fazem rir, e mulheres talentosas no Teatro, nas telas dos cinemas, nos palcos do Mundo.

Entre tantos tipos de mulheres existem as que não são conhecidas ou famosas. Mulheres que deixam para trás tudo o que têm, em busca de uma vida nova. Lembramos das nossas nordestinas e sua luta constante contra a adversidade, para que os filhos sobrevivam.

Mulheres que todos os dias se encontram diante de um novo começo, que sofrem diante das injustiças das guerras e das perdas inexplicáveis, como a de um filho amado, pela tola disputa de um pedaço de terra, um território, um comando.

Mães amorosas que, mesmo sem terem pão, dão calor e oferecem os seios secos aos filhos famintos. Mulheres que se submetem a duras regras para viver.

Mulheres que se perguntam todos os dias, ante a violência de que são vítimas, qual será o seu destino, o seu amanhã.

Mulheres que trazem escritos nos sulcos da face, todos os dias de sua vida, em multiplicadas cicatrizes do tempo.

Todas são mulheres especiais. Todas, mulheres tão bonitas quanto qualquer estrela, porque lutam todos os dias para fazer do mundo um lugar melhor para se viver.

Entre essas, as que pegam dois ônibus para ir para o trabalho e mais dois para voltar. E quando chegam em casa, encontram um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome.

Mulheres que vão de madrugada para a fila a fim de garantir a matrícula do filho na escola.

Mulheres empresárias que administram dezenas de funcionários de segunda a sexta e uma família todos os dias da semana.

Mulheres que voltam do supermercado segurando várias sacolas, depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.

Mulheres que levam e buscam os filhos na escola, levam os filhos para a cama, contam histórias, dão beijos e apagam a luz.

Mulheres que lecionam em troca de um pequeno salário, que fazem serviço voluntário, que colhem uvas, que operam pacientes, que lavam a roupa, servem a mesa, cozinham o feijão e trabalham atrás de um balcão.

Mulheres que criam filhos, sozinhas, que dão expediente de oito horas e ainda têm disposição para brincar com os pequenos e verificar se fizeram as lições da escola, antes de colocá-los na cama.

Mulheres que arrumam os armários, colocam flores nos vasos, fecham a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantêm a geladeira cheia.

Mulheres que sabem onde está cada coisa, o que cada filho sente e qual o melhor remédio para dor de cotovelo do adolescente.

Podem se chamar Bruna, Carla, Teresa ou Maria. O nome não importa. O que importa é o adjetivo: mulher.

* * *

A tarefa da mulher é sempre a missão do amor, estendendo-se ao infinito. Tal tarefa pode ser executada no ninho doméstico, entre as paredes do lar, na empresa, na universidade, no envolvimento das ciências ou das artes.

Onde quer que se encontre a mulher, ali se deverá encontrar o amor, um raio de luz, uma pétala de flor, um aconchego, um verso, uma canção.
 
(AD) 

quarta-feira, agosto 01, 2012

A pessoas que não pensam direito - Machsitas na Igreja


Olá
Antes de falar algo aqui, quero deixar duas coisas muito claras:
Primeiro: Não sou feminista.
Segundo: Na Igreja onde tenho prazer de servir, não existem Pastoras.
Agora falo de um dos comentários aqui.
Não sei o motivo que leva alguns homens, quando sentem-se acuados, atacar as mulheres. Em todos os lugares, em todas as camadas sociais, em todas as sociedades, mas principalmente nas Igrejas Evangélicas este fenômeno é muito comum.
Para ser sincera, como fui membro de um grande Ministério, vou além, desde a minha infância sempre vi as pessoas apedrejarem as irmãs que caiam em adultério e elas caiam como homens, diga-se de passagem, para que fique claro minha indignação.
Agora, na Internet, sempre que vejo um conteúdo bem escrito e um comentário bem feito e bem baseado, acabo esbarrando em pessoas – que nem merecem ser classificadas como tal – que acham por bem apedrejar mulheres e mais, falar sobre sua condição emocional.
Acho isto vil, de uma impiedade cruel e sanguinária, pois acredito que as mulheres que se destacam no trabalho do Senhor não devem ser classificadas por sua situação emocional, já que nada tem a ver com o que se fala na maioria dos assuntos.
Falar que as mulheres devem ou não ser pastoras, sejam em Igrejas grandes ou nas que certos seres inomináveis classificam como sendo igrejas de fundo de quintal, é simplesmente absurdo, já que as mulheres a muito, nas Igrejas, antes desta onda do Feminismo existir, participavam e tinham sua real importância.
As Histórias das grandes Igrejas estão cercadas de vultos femininos antes da onda Feminista, que não se esqueça da Assembleia de Deus, cuja a importância que recebe hoje nos meios gerais é o fato de uma irmã (Celina Albuquerque) ter doado seu espaço e sua vida para fazer desta Igreja o que é hoje, além dela outras 99 fazem parte do livro 100 Mas Assembleias de Deus no Brasil, da Editora CPAD, segundo este livro – e a História da Igreja no Brasil – há comprovação através de histórias de mulheres que foram pregadoras, ensinadoras, fundadoras e dirigentes de igrejas tais como Lina Nyström, Frida Vingren, Adina Nelson, Matilde Brusaca, Marieta Alves de Azevedo Melo, Irmã Estacília e Florência Silva Pereira, que pastoreou um campo com seis igrejas no Nordeste. Além de que aprendi na Escola Dominical, quando criança que Gunnar Vingren ordenou em 1924 a irmã Emília Costa como diaconisa na Assembleia de Deus em São Cristóvão, Rio de Janeiro.
Cito este livro e estas experiências simplesmente por ser apedrejada por pessoas destas Igrejas que saíram desta denominação e alguns iletrados que a frequentam. Isto com respeito aos meus amigos que frequentam esta Igreja e até minha família (adotiva) que faz parte deste ministério.
Ainda podemos falar de Ellen Gould White, mas eu não tenho muita comunhão com seus escritos, mas não posso anular a importância dela para sua denominação que não é pequena e nem mesmo inexpressiva no Brasil e no mundo.
A bem da verdade, meu ponto de vista real diz que tanto uma como outra foram 'aproveitadas' pela História de suas igrejas, por suas experiências particulares.
No sistema de coisas atuais da Igreja, no aspecto interdenominacional, as mulheres tem sempre maior participação. A IURD, que não unge hoje pastora – mas já ungiu, a primeira presidente da Pestalozzi era a pastora Marilene, da Silva. Fato facilmente comprovável a quem acompanha a Mídia Social, que como eu, participei de diversos eventos quando da Administração da referida senhora, já que nesta época trabalhava para o Projeto Ler e Escrever desta Igreja, apoiada pela ABC, que era chamada então de O Braço Social da Igreja – Associação esta que recebeu o título de Utilidade Pública da Prefeitura de São Paulo, por indicação do então Vereador Celso Cardoso, sogro de Cristiane Cardoso – filha de Edir Macedo, o Bispo.
Cito estas duas Igrejas por nome, pois ambas negam-se a afirmar que ungem pastoras ou que ungiriam um dia.
Ora, o exército de obreiras da IURD, os batalhões de Circo de Oração são feito em sua maioria por mulheres – O Círculo de Oração então é de 99% de mulheres em todo o território Nacional, isto não só nas Assembleias de Deus, mas em todas as Igrejas.
As mulheres dos Círculos de Oração dirigem cultos, abrem congregações, visitam os doentes e perfazem um total de 92% do serviço de Capelania em São Paulo.
Ora, se abrir congregações. Dirigir cultos, aconselhar famílias e dar assistência social e espiritual não é pastorear vidas, tem algo errado com isto.
Assim, se disser que as mulheres que fazem a Obra do Senhor sofrem de problemas emocionais, são 'mal amadas' como dizem as pessoas que não tem argumentos contra a Verdade, estamos falando de um grande Exército de mulheres com este problema, mas Estamos tornando PÚBLICO o maior problema dos homens das Igrejas, não sabem fazer suas mulheres felizes.
Pensem nisto antes de acusar uma mulher de algo.
E, ao propósito do debate dos Mercenários, perdeu a oportunidade de crucificar as mulheres, já que algumas de grandes igrejas e de pequenas, também adoram passar a sacolinha e vender uma benção.

quarta-feira, abril 29, 2009

Dia 30/04 dia nacional da Mulher

DIA NACIONAL DA MULHER

Faustino Vicente *

A destinação do mês de abril para a justa comemoração do Dia (30.04) Nacional da Mulher, nos dá a oportunidade de destacar os avanços que as mulheres conquistaram em todas as atividades humanas.“Eu criei um estilo para o mundo inteiro. Vê-se em todas as lojas o “estilo Chanel”.Não há nada que se assemelhe.Sou escrava do meu estilo.Um estilo não sai da moda;Chanel não sai da moda”.Não resta dúvida que, Gabrielle Bonheur “Coco” Chanel (1883-1971), revolucionou a década de 20, libertando a mulher dos trajes desconfortáveis e rígidos do final do século 19.Foi com ousadia, criatividade e empreendedorismo que esse verdadeiro mito do mundo fashion legou à mulher contemporânea um novo estilo de vida. Ela viveu décadas à frente de seu tempo.



Apesar das mulheres terem quebrado barreiras,ultrapassado fronteiras e vencido limites nas carreiras,a novela ainda terá muitos capítulos.Os desafios do dia-a-dia são representados pelo machismo,assédio sexual e moral,salários inferiores aos dos homens,dupla jornada de trabalho,constrangimento nos coletivos urbanos e violência no lar, fatores inibidores ao desenvolvimento pessoal e à dignidade humana. A felicidade pode estar na “habilidade cirúrgica” em harmonizar o papel junto à família que a envolve, com o exercício da profissão que desenvolve. A mulher, mais do que o homem, tem investido em educação formal e informal.



As pesquisas mercadológicas despertaram a percepção do mundo dos negócios para as necessidades mais prementes da mulher ampliando o espaço do produto que mais seduz a mulher contemporânea - a praticidade. A diversidade de ofertas nos shopping centers,,os produtos alimentícios semi-preparados nos supermercados,o delevery,as facilidades via Internet, e a maior disponibilidade de serviços domésticos, fazem parte da receita especial do “poupa tempo feminino.” Do glamour da celebridade à ternura da maternidade, é a comportamento da mulher a fonte inspiradora das tendências do mercado consumidor.



O fantástico desenvolvimento, científico e tecnológico, tem provocado freqüentes e radicais transformações reservando o sucesso sustentado aos que tiverem a capacidade de adaptação à realidade. Algo análogo aos princípios da teoria evolutiva do naturalista britânico, Charles Robert Darwin (1809-1882). Senso de organização,planejamento,controle do (escasso) orçamento do lar e a simpatia no relacionamento inter-pessoal, fazem parte da receita vitoriosa da mulher,seja ela dona de casa ou astronauta da Nasa.



Entre as causas do avanço feminino no mundo dos negócios destacamos o seu mérito pessoal, a escalada do desemprego que atingiu a massa trabalhadora masculina,o sonho da independência financeira e o desejo natural de assegurar melhor qualidade de vida à família. Foi fundamental a convicção de que poderiam desempenhar, com a mesma eficácia e dignidade, tantas outras atividades laborativas como as que sempre executaram no lar - as quais nunca abandonaram. Todos esses sonhos, não foram suficientes para que perdessem a capacidade de se indignar,e agir,na busca incessante de metas comunitárias: sociedade mais igualitária socialmente, mais justa economicamente e mais fraterna.



O essencial, para homens e mulheres, é a consciência de que somos da mesma natureza e que as nossas diferenças (não são divergências) fazem parte da pluralidade de valores indispensáveis à edificação de uma sociedade sem preconceito, sem discriminação e sem violência – chagas sociais – que delatam o desrespeito a princípios sagrados de cidadania.Um simples olhar na carreira de mulheres bem-sucedidas nos revela que, além da competência técnica,da conduta ética e da habilidade eclética elas possuem determinação de alpinista, garra de lenhador e sensibilidade de jardineiro, o que nos leva prazerosamente a concluir, que as belas estão se tornando cada vez mais “feras”.



*Faustino Vicente - Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos – e-mail: faustino.vicente@uol.com.br – tel. (11) 4586.7426 – Jundiaí (Terra da Uva) – São Paulo - Brasil

segunda-feira, março 09, 2009

Mulher...Mulher...Mulher

Encontro da Mulher Indígena do Rio de Janeiro
Veja Eflyer em anexo
A DENÚNCIA





Ó mulher, vem cá

que fizeram do teu falar ?

Ó mulher canta aí...

Conta aí da tua trouxa

Fala das barras sujas
dos teus calos na mão

O que te faz viver, mulher ?

Bota aí teu armamento.

Diz aí o que te faz calar...

Ah! Mulher enganada

Que diria que tu sabias falar !

ELIANE POTIGUARA

www.grumin.org.br

www.elianepotiguara.org.br

sexta-feira, março 06, 2009

Rosto de Mulher por Ataíde Lemos

Rosto de Mulher






Como uma flor sensível, delicada
Que encanta os olhos,
A alma, o coração e todo o Ser
Assim é o rosto de mulher.

Seu brilho é uma candura
Tem a leveza no semblante,
Expressão de ternura
Ainda que a vida lhe seja dura

Como uma noite de luar
Um horizonte que se perde
Na extensão infinita
Do azul céu e do mar
Assim é o rosto de mulher.

Como uma suave canção
Ou doce poesia
Que faz palpitar o coração
E perfumar os sentimentos
Feito magia
Assim é o rosto de mulher.

Dona de sorriso encantador
Delicadeza e beleza em seus traços
Que transmite segurança e paz
Nas diversas formas de amor
Assim é o rosto de mulher.

Ataíde Lemos
Esta mensagem foi enviada por ATAIDE LEMOS Escritor e Poeta.

quarta-feira, março 04, 2009

E Deus fez a mulher Uma Poesia de Ayaide Lemos e um link para a postagem de Denise Arcoverde e Ditabranda




Deus fez a mulher

Quando Deus criou o homem
Percebeu que lhe faltava algo
Como a sensibilidade para sentir
Toda a beleza que o mundo lhe oferecia.
Faltava-lhe a amabilidade para o trato com os animais
Não havia a delicadeza de perceber
O perfume e doce encanto das flores.
Deus percebeu que o homem era energia
Mas ao mesmo tempo frágil à dor
Tinha dificuldades de pensar
Precisava de um coração para lhe guiar.
Percebeu que ele jamais conseguiria viver sozinho
Porque é desorganizado, nem se alimentar sabe
Porque o homem é dengoso, é medroso
Enfim, o homem só, não tem direção
Precisa de alguém que lhe de a mão.

Deus fez a mulher
Um Ser amável, sensível, romântica
De aparência frágil, mas forte como rocha.
Que gera, cria, educa os filhos...
Que é dona do lar, organizadora da família...
Que é trabalhadora, guerreira, persistente, valente...
Que é esposa, é amante, é mulher...
Que tem fé. É extremamente zelosa com o Divino.

Deus se encantou tanto com esta sua criação
Que desejou senti-la intimamente
E no vente de uma mulher quis ser gerado
Por uma mulher foi aquecido, foi amado
Passo a passo sua humanidade foi construída
E durante toda sua vida
Por ela foi acolhido
Que mesmo já sem vida
Nos braços dela seu corpo foi estendido.

Ataíde Lemos
Esta mensagem foi enviada por ATAIDE LEMOS, um grande amigo, que todos os dias posta amizade em forma de poesia em minha página do orkut.
Valeu amigo.


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Falando sobre outro assunto

Veja o que a Denise Arcoverde postou sobre Ditabranda.
Ditabranda.
Para quem nção sabe ou não entendeu...

Quase ninguém lê editorial de jornais, mas quase todos leem a seção de cartas. E foi assim que tudo começou. Os fatos: a Folha de S.Paulo, em editorial de 17/2, aplica a expressão “ditabranda” ao regime militar que prendeu, torturou, estuprou e assassinou. O primeiro leitor que escreve protestando recebe uma resposta pífia; a partir daí, multiplicam-se as cartas: as dos indignados e as dos que ainda defendem a ditadura. Normal.
Eis um pedacinho da questionada Ditabranda.
Para que não reste nenhuma dúvida sobre o que foi escrito na Folha, vai a seguir a transcrição do trecho que vem provocando tanta polêmica: "Mas, se as chamadas ‘ditabrandas’ - caso do Brasil entre 1964 e 1985 - partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e acesso à Justiça, o novo autoritarismo latino-americano, inaugurado por Alberto Fujimori no Peru, faz o caminho inverso.".
Continue lendo aqui

Ainda pode saber mais sobre Ditadura lendo o livro Brasil Nunca Mais - Um Relato para a História
Leia mais em Ditabranda para quem?
Ou Contando cadáveres, Ditabranda e Direitos de Comunicação
Jornalista, professor da USP (Universidade de São Paulo) e teatrólogo, Vlado Herzog nasceu em 1937 na cidade de Osijsk, Iugoslávia. Filho de Zigmund Herzog e Zora Herzog, imigrou com os pais para o Brasil em 1942. A família saiu da Europa fugindo do nazismo.

Elisabeth Lorena

terça-feira, março 03, 2009

A mulher - um poema pelo dia da mulher


A mulher

O homem descrever a mulher
É uma ironia
É uma enorme covardia.
Porque a mulher é sua metade
Da sua vida ela é parte.
É o ar que ele respira
É a noite, é o dia
É fonte transbordante
De carinho e alegria

Para o homem a mulher
É a razão de seu existir.
É simbolizada pela flor
Devido a sensibilidade
A sua delicadeza
E rara beleza
Qual perfume é impregnado
Em sua alma, no seu viver.

Ah! Não dá para dizer
O que representa a mulher
Para o homem
Pois é um grande mistério
Que até Deus em sua criação
Percebeu tal inclinação
Ao conceber a mulher
Tirou parte do homem
Dando ele para ela
E nos dois um só Ser.

Ataíde Lemos


rosas - Recados Para Orkut

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