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quinta-feira, maio 03, 2012

Jordy - Dur Dur D'etre Bebe

Deu uma saudade de meu sobrinho Victor hoje. Sempre que eu ouvia esta música ele cantava "Como é duro ser Bêbe" e eu sempre retrucava que ele não sabia do que ele estava reclamando, pois era super gostoso ser criança.
Ele fazia uma careta e continuva esta cantiga por horas.
Uma pena que eles cresçam e deixam de gostar de certas coisas, que na época, às vezes, nos irritam - não que isto me irritasse, amava as descobertas dele.

Jordy Lemoine





É Duro, Duro Ser Bebê

É duro, duro ser bebê
Oh lá lá bebê, duro, é duro ser bebê
É duro, duro ser bebê
Me chamo Jordy
É duro, duro ser bebê
Oh lá lá bebê, duro, é duro ser bebê
Duro, é duro ser bebê
Me chamo Jordy
Eu tenho quatro anos e sou pequeno
Duro, é duro ser bebê

Venha aqui, não toque nisso
Sente aí, não vá lá
Faça assim, faça assado
Patati e patata
Porque isso, porque aquilo
Porque é isso
Porque isso porque aquilo
Porque é assim.
Oh lá lá bebê, é duro ser bebé
É duro é ser bebê.

E Mamãe, o que diz
Vá dormir, lave as mãos
Tire o dedo do nariz
Faça isso, faça aquilo
Patati e patata
Porque isso, porque aquilo
Porque é isso
Porque isso porque aquilo
Porque é assim.
Oh lá lá bebê, é duro, duro ser bebé
É duro, duro ser bebé.

Sente aí, não concordo!
Não toque nisso, não concordo!
Não vai lá, não concordo!
Não terá sobremesa
E Mamãe, e Papai, e Mamãe
Duro duro é ser bebê
É duro ser bebê
É duro, duro é ser bebê
Duro, duro é ser bebê
(Bis)

quarta-feira, abril 04, 2012

Saudades desta igreja.
Assembléia de Deus do Jardim Aracati - SP - Setor 14 - Santo Amaro
Muitas pessoas amadas ficaram aqui. Irmã Lurdes e irmã Candida, orávamos todos no Círculo de Oração.
Desde o a época do Pastor Davi, eu era ainda uma menina.
Muitos destes irmãos, com suas orações, são responsáveis por eu permanecer firme. Louvo a Deus por estas vidas.Algumas desta irmãs são exemplos de mães e esposas, e nunca perderam a força e fé, permanecendo em Cristo.
Que Deus abençoe a todos. Os mais jovens que são em sua maioria filhos e até netos daquelas irmãs que fundaram esta igreja com os joelhos no chão.

Elisabeth Lorena Alves

quinta-feira, março 29, 2012

Música, divina música - Adeus Millôr

Adeus Millôr Fernandes!



Bem, as pessoas adoram criticar que blogueiros e outros  participantes de redes sociais se pegam falando de quem nos deixa -  falando bem, na maioria das vezes. Acho que se a gente malhar o pau nos que nos deixam, eles aceitem mais... Mas eu não falar de Millôr Fernandes é no mínimo ridículo, amo suas crônicas, como amo Stanislaw Ponte Preta, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa e Sinclair. Todos estes fizeram parte de minha alfabetização na infância e na vida adulta, pois depois de aprender a ler, aprendi entender a Poesia. Poesia esta que há em qualquer texto bem escrito, mesmo que seja ferino como muitas vezes era Millôr.
Hoje posto aqui ctrl+c e ctrl+v claro, o texto Música, divina música, deste cronista maravilhoso, deste educador e crítico político que fará falta a nós e nossos filhos, pois poucos foram os que tiveram acesso a ele em vida e neste país sem memória, poucos conhecerão sua destreza com a nossa Língua.
Meus sentimentos, neste país que cada dia fica sem História!

Biografia

Música, divina música!


Tanto duvidaram dele, da teoria daquele jovem gênio musical, que ele resolveu provar pra si mesmo, empiricamente, a teoria de que não existem animais selvagens. Que os animais são tão ou mais sensíveis do que os seres humanos. E que são sensíveis sobretudo ao envolvimento da música, quando esta é competentemente interpretada.

Por isso, uma noite, esgueirou-se sozinho pra dentro do Jardim Zoológico da cidade e, silenciosamente, se aproximou da jaula dos orangotangos. Começou a tocar baixinho, bem suave, a sua magnífica flauta doce, ao mesmo tempo em que abria a porta da jaula. Os macacões quase que não pestanejaram. Se moveram devagarinho, fascinados, apenas pra se aproximar mais do músico e do som.

O músico continuou as volutas de sua fantasia musical enquanto abria a jaula dos leões. Os leões, também hipnotizados, foram saindo, pé ante pé, com o respeito que só têm os grandes aficionados da música. E assim a flauta continuou soando no meio da noite, mágica e sedutora, enquanto o gênio ia abrindo jaula após jaula e os animais o acompanhavam, definitivamente seduzidos, como ele previra.

Uma lua enorme, de prata e ouro, iluminava os jacarés, elefantes, cobras, onças, tudo quanto é animal de Deus ali reunido, envolvidos na sinfonia improvisada no meio das árvores. Até que o músico, sempre tocando, abriu a última jaula do último animal - um tigre.

Que, mal viu a porta aberta, saltou sobre ele, engolindo músico e música - e flauta doce de quebra. Os bichos todos deram um oh! de consternação. A onça, chocada, exprimiu o espanto e a revolta de todos:

- Mas, tigre, era um músico estupendo, uma música sublime! Por que você fez isso? E o tigre, colocando as patas em concha nas orelhas, perguntou:
- Ahn? O quê, o quê? Fala mais alto, pô!

MORAL: OS ANIMAIS TAMBÉM TÊM DEFICIÊNCIAS HUMANAS.
Millor Fernandes

quarta-feira, março 14, 2012

Sergio Bocca e o Amor através do tempo - Baita saudades...


Sabe radiolatria?
Pois bem, eu era e ainda sou radiolatra, com menor satisfação dado a pouca qualidade dos locutores, programas e músicas românticas saudáveis.
Hoje estava ouvindo algumas músicas dos anos 80 e não dá para falar delas sem lembrar do locutor Sergio Bocca, com seus programas magníficos de tempo, saudades e amor. Suas frases ainda audíveis e copiadas por alguns engraçadinhos na internet que busca para si os créditos deste profissional maravilhoso.Não resisti, abandonei meus estudos sobre raciocínio e lógica – ai que coisa chata – e fui visitar titio Google atrás de notícias.Achei um vídeo do próprio locutor falando de seu paradeiro. Voltou para Assis, sua terra natal e por lá faz TV e rádio.
Quis compartilhar aqui com vocês...
Pena que a rádio Excelsior web saiu do ar e perdemos o contato com ele, mas tem alguns vídeos com as traduções dele e ao menos matamos a saudade da voz dele...
Beijos...

Para matar a saudade...

Algumas traduções para você baixar...
http://www.esnips.com/thumbnails.php?album=987306

segunda-feira, novembro 14, 2005

Saigon - Tim Maia Ouça ( Antonio Carlos Lenzi )


Sabe quando bate aquela saudade de algo que você não viveu.Um amor que tinha tudo para dar certo, uma esperança, um sonho,uma fantasia...
Acho que tudo hoje me lembrou o Lenzi ( Antonio Carlos Lenzi ), um amigo querido que a morte levou cedo de nós e do qual não ficaram ao menos fotos. Só saudades...



Saigon

Com Tim Maia
Ouça aqui.
Tantas palavras, meias-palavras
Nosso apartamento, um pedaço de Saigon
Me disse adeus no espelho com baton
Vai, minha estrela, iluminando
Toda essa cidade como um céu de luz neon
Seu brilho silencia todo som
Às vezes você anda por ai
Brinca de se entregar sonha pra não dormir
E quase sempre eu penso em te deixar
E é só você chegar
Pra eu me esquecer de mim
Anoiteceu, olho pro céu e vejo como é bom
Ver as estrelas da escuridão
Espero você voltarPra Saigon
Anoiteceu, olho pro céu e vejo como é bom
Ver as estrelas da escuridão
Espero você voltar
Pra Saigon


Créditos: Roubei a música no www.sindromedeestocolmo.com


Outros olhos
( Reportagem Sampacentro cita Antonio Carlos Lenzi - Na época funcionário da COHAB - Lotado no Edif´cio MArtinelli )
site:http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=99&ph=7

"Onde, ainda no ano de 1900, existiam becos, vielas e casebres, rasgaram-se grandes avenidas, surgindo, em meio ao espanto geral, como obra de magia, suntuosos e magnificentes arranha-céus que buscam o infinito." O comentário de José B. Almeida Jr, datado de 1948 e publicado no "Guia pitoresco e turístico de São Paulo", transmite o clima no Centro da cidade quando o Edifício Martinelli surgiu, no final dos anos 20.
Paulo Roberto Collodoro tem saudades dos cinemas do Centro.Paulo Roberto Collodoro, responsável pelo departamento de compras do prédio, parece sentir esse clima ainda hoje, mesmo não tendo vivido naquela época. Saudosista, recorda-se de quando vinha fazer compras na região central: "Gostava muito da antiga avenida São João e do edifício sede dos Correios", conta. "Mas o que ficou marcado mesmo foi o Terraço Itália (no Edifício Itália), onde uma vez vim jantar com uma namorada", recorda-se.
Morador de São Bernardo do Campo, que define como uma "cidade-dormitório", Paulo já havia trabalhado em uma montadora de tratores, cujo escritório ficava em uma esquina com a Rua Florêncio de Abreu. "Mas isso foi em 1978, o Centro era totalmente diferente", comenta. "Tinha o Cine Espacial, o Cine Comodoro, o Cine Marrocos", recorda o fã de longas-metragens policiais e de ação.
O Martinelli emprega mais de 2 mil funcionários.Collodoro explica que o Edifício Martinelli geralmente elege um novo síndico a cada dois anos. "O atual, Antônio Carlos Lenzi, foi eleito em junho de 2000." Mas as eleições podem acontecer cada vez que mudar o presidente da Cohab, que por sua vez muda em função da Sehab (Secretaria da Habitação), órgão ao qual está submetida. Sempre que uma comissão substitui a anterior, o corpo de funcionários muda, e o Edifício entra em uma nova fase.
Funcionário do Martinelli há oito meses, fruto da safra mais recente, Paulo sempre arranja tempo de dar um passeio pelo Centro. "Sou fissurado no Mercado Municipal, adoro passear por lá na hora do almoço", comenta, completando: "O Centro reserva surpresas dentro de cada prédio histórico – ainda quero visitar o terraço do Edifício Banespa. Para ver a cidade com outros olhos", comenta.

PS - Meu amigo Antonio Carlos Lenzi, descanse em paz.

Elisabeth Lorena Alves

IP Casa de Oração - Rua Moreira Neto, 283 - Guaianases - São Paulo

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