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sábado, janeiro 08, 2022

8 de Janeiro, dia do Fotógrafo

 


Hoje é dia do Fotógrafo e eu escolhi elogiar as mulheres que fazem dessa Profissão um modo de transformar a vida e o interior de outras mulheres. E para isso uso o nome de duas fotógrafas maravilhosas do Amazonas. E que não trabalha só aqui no nosso Estado. Elas já fizeram trabalhos maravilhosos na região Norte e em São Paulo através da empresa Let's Click - Fotografia e Cerimonial.

Então aí vai minha mensagem para elas e todas as mulheres por trás da câmeras:


E hoje é o dia delas.

Delas que conseguem transformar pessoas comuns em modelos e modelos em rainhas.

Delas que possuem olhos mágicos, capazes de reconhecer beleza em sorrisos inseguros e rostos sofridos.
Dia das mulheres que desnudam almas com suas máquinas de Fotografia e com luzes lapidam joias raras, eternizando Felicidade!
Dia delas que iluminam e captam luz interior em seus clientes/amigos.
Delas que sabem fazer de um momento uma eternidade.
Hoje o dia é delas, mas nós festejamos:
Feliz dia do Fotógrafo, Thais Waughan e Jane Uchôa.
E viva a fotografia! E viva elas, que transformam momentos em textos coloridos que sem palavras, comunicam e trazem felicidade. Viva elas que consagram assim um instante, eternizando-os, como diria Octávio Paz.
Parabéns
, meninas!

segunda-feira, dezembro 16, 2013

Aniversário da Jane!




 
Jane, hoje é o aniversário de minha irmã, amiga, mãe, companheira, fada madrinha, anjo da guarda e um monte mais de substantivos e adjetivos, pois sendo  tão versátil não sabes ser mediana em sentimentos e entrega e assim, nos envolves em suas garras.
Não posso deixar ’passar batido’ esta data, nem esquecer o dia em que este Anjo Amigo veio a Terra em sua Missão de Vida e Amor. Missão de Vida na perspectiva de cuidar de pessoas que ninguém mais quer, levantar dos esgotos e das vias públicas seres que são deixados ou jogados pela indiferença, pelo ódio, pelo descaso, pela falta de amor e de fé, e  se Amor, por ela sabe  criar laços com quem não sabe mais amar, com que perdeu a capacidade de sorrir e, como uma Fada Madrinha, erguer dos braços do ódio, corações feridos, mentes perdidas. 
 
Por sua coragem justiça e determinação mereces um nome específico: Missionária. Muitos creditam e manipulam este nome a algumas religiões, mas isto é errado, pois todos os que abraçam uma missão, missionários são. Como você é. Missionária pela vida.
Acredito na força desta data, como você, nasceram neste dia  Ludwig van Beethoven – foi implicância este viu! – os escritores e pintores Jane Austen, Olavo Bilac, Wassily Kandinsky, George Santayana, Philip K Dick, Arthur C. Clark e Zoltán Kodály e na Roma Antiga,neste dia comemorava-se a Sabedoria, o Festival da Sapientia, deusa do saber. Acredito que por isto Você seja esta pessoa tão eclética e elétrica.
Sua vida é um exemplo e quando, um dia alguém ler sua biografia, vai fazer uma pergunta pouco comum: Que horas ela dormia? Ou seria esta: Que hora ela vivia para si. Você vive constantemente em função de fazer os outros felizes e mesmo quando para e realiza algo pessoal, como se dedicar a seu hobby, envolve nisto pessoas, pois Fotografar é encontrar o melhor de alguém, o que ele guarda de si e que mudaria o mundo de outrem.
Sua arte em ser mãe é de um exemplo. Não abres mão de ser mãe e orientadora de seu filho querido. Seu papel como esposa e dona do lar é insubstituível. Nem as que dedicam suas 24 horas para a família conseguem fazer o que fazes.
Seu papel como filha é incontestável, sempre querendo saber o que há, como está e o que acontece com sua querida tia Isa. Sempre sabes como está e se faz presente quando necessário,
Não há presente que possa representar o que é amiga. E nem palavras para louvar suas qualidades.
Te admiro. E te amo.
Feliz Aniversário!

segunda-feira, julho 09, 2012

Jane Uchoa - tenho sim a resposta


A resposta a esta pergunta é sim.
Sim eu parei para pensar o que é de fato a obra para Deus.
Um Deus maravilhoso que pode contar com uma pessoa que não é religiosa, não frequenta igrejas, não participa de nenhum grupo de oração – sob ter formação católica nem comento porque quase todos os católicos amam também a Deus. Quanto as tuas outras andanças pelo cenário religioso, a nada interessa a Deus, nem mesmo se gosta ou não de religião ao longo do tempo e com a própria religião.
Outra coisa, tu não esquecestes os ensinamentos bíblicos, guardastes o principal mandamento de Jesus: Amar ao próximo como a ti mesmo. E fostes provas disto, pois amou um próximo, mas desconhecido. Alguém diferente de você, que crê em muito do que tu não acredita, que tem costumes muito diferentes dos teus, que tem temperamento diferente do teu e toda uma gama de diferenças que se fosse colocado na balança por outros, inviabilizaria o seu ideal.
Sete meses atrás, sai de minha casa, deixei os meus amigos, que sào minha única família e embarquei rumo ao desconhecido: Manaus. Uma cidade que admirava e cuja a única coisa que desejava conhecer era o Teatro Municipal.
Ao embarcar eu também não sabia o que me aguardava aqui. Para ser sincera, sempre acreditei que me reabilitaria, mas não completamente – sou sincera. O problema era mesmo falta de interesse dos grupos de reabilitação de São Paulo, desde o Hospital, que fez a cirurgia, depois do acidente até o famoso e ineficiente Programa da Família que levou exatos 3 anos para me conseguir uma consulta com outro Ortopedista – detalhe a consulta se daria dia 27 de dezembro de 2011, se eu desistisse da vinda para o Amazonas.
Do acidente até chegar as muletas, foi um esforço solitário, mas foi até onde consegui chegar. E, sabia eu, sem ajuda especializada não teria mais nenhum avanço.
Quando recebi a proposta, confesso que me senti tentada a dizer não e deixar o assunto morrer, isto por tudo o que representava esta situação, de mudar de Estado, deixar meu ponto de apoio e depois, caso nada desse certo, não ter para onde voltar. Acontece que tive duas pessoas que me ajudaram muito, a Michelle, minha amada Mi, e meu pastor e amigo Sergio. Quando as poucas pessoas que souberam da oportunidade que eu recebera para vir a Manaus, começaram a dizer todo tipo de asneira e prevenir-me da burrada que estava preste a cometer, o pastor conversou comigo, deu-me o apoio necessário e colocou-se a disposição para o que fosse necessário para que eu viesse. Ele foi o único que afirmou que eu ia deixar as muletas em Manaus. Todos, inclusive eu, acreditávamos em uma possível melhora, mas não na minha cura completa, mas ele dizia o tempo todo que eu ia deixar de depender das muletas ao vir para cá.
Desembarquei no Aeroporto Internacional de Manaus — Eduardo Gomes
, foi em uma cadeira de rodas, afinal, todos os amigos mais próximos sabiam que eu não conseguia andar mais que 1 hora sem sentir dores alucinantes, que chegavam a me entrevar nos dias frios da Capital Paulista. Lembro-me que a Jane empurrou-me até o estacionamento.
Ainda fui ver a doutora Leotávia de cadeira de rodas. Assim que me examinou declarou que as minhas dores “psicológicas” eram em decorrência de uma inflamação e passou um tratamento com uma quantidade de remédios horrorosos, mas aos quais me submeti, sob as mãos da Jane.
Quando fui ao especialista, Dr Julio Ernesto Cuellar Cuadros, na Fundação Adriano Jorge, já fui um pouco mais segura, a dor já era mais leve e só voltei a sentir dor quando fui a fisioterapia.
Confesso que temia desistir. Todos os dias eu ia pensando que ia acontecer algo que ia me desanimar, mas insisti. Da fisioterapia comum, parti para a Hidroterapia e, ao lado disto, fui descobrindo outras coisas sobre minha saúde. Outras conquistas.
Sou grata a Jane, aos fisioterapeutas, aos médicos, que foram e são excelentes em suas ações. De fato todos eles tem grande importância neste processo e sem eles, repito, estaria ainda me arrastando com as muletas.
Ontem a Jane ficou feliz com meus resultados, ao ler este texto dela chorei até. Hoje, tive duas grandes experiências. A primeira foi quando a Fátima, uma outra paciente do Adriano Jorge, foi a piscina e entrou se arrastando. Lembrei-me que nos primeiros meses de minha reabilitação esta era a única forma de eu ir ao banho. Arrastava-me até a cozinha, descia os degraus dela, e tomava banho, no chão, de canequinha. Era difícil pois o braço esquerdo ainda não subia direito. Confesso que abaixei a cabeça, parei meu exercício e agradeci a Deus.
O segundo foi quando a médica pediu que eu andasse para ela.
Quando, na Hidroterapia, hoje, pela primeira vez desci o pé ao chão, ainda com um pouco de desconforto, mas durante o tempo do teste, estive com toda a face do pé no chão, me senti vitoriosa. A Doutora disse-me com um misto de carinho e saudade, “Nossa menina está voltando para São Paulo”. Foi algo estranho notar que posso fazer isto. Ma vou fazer, pois andar é hoje meu principal objetivo.
Talvez estas não sejam as palavras certas para comentar o que a Jane escreveu, mas é tudo o que sinto.
Obrigada a todos que fazem parte deste Processo. Todos os que acreditam e torcem por mim. Te agradeço de coração Jane por ter aberto mão de muito de sua vida para ser meu anjo.
Por permitir que Deus agisse através de sua vida, do amor que você tem pelo ser humano. O mundo precisa de muito mais pessoas como você.




sábado, maio 12, 2012

Dia do Enfermeiro e uma história em construção

Dia do Enfermeiro e uma história em construção

Hoje, dia 12 de Maio é o dia em que se comemora o Dia da Enfermagem. Sempre tive uma visão sobre esta profissão que me faz acreditar que os que a exercitam seguem uma missão natural, um ministério inerente a personalidade destes indivíduos.
Incrível que isto não mudou nem mesmo com a banalização desta profissão em São Paulo, onde facilidades do Governo e Irresponsabilidade de diversas Unidades de Ensino transformaram o acesso a esta profissão algo bastante comum. É comum em São Paulo vermos Técnicos de Enfermagem que saíram a pouco das mais diversas profissões e aderiram a Saúde para conseguir apenas bons salários e que não tem a menor noção da responsabilidade que é cuidar da vida das pessoas e não de forma figurada.
Na verdade, como já disse, isto não mudou minha percepção do que de fato é este Profissional da Saúde, pelo contrário, me fez ver o quão importante é o papel dos verdadeiros profissionais. Já contei Aqui sobre minha experiência no Hospital Municipal Dr Carminio Carichio, onde por um acidente ocasionado com meu aparelho de soro, acabei perdendo sangue e a importância da atitude da enfermeira que me salvou a vida – talvez seja exagero meu, mas perdi uma quantidade razoável de sangue nesta experiência.
Hoje quero falar de uma enfermeira em particular. A maioria dos que costumam ler aqui já sabem que me refiro a minha amiga Jane. Bem, certo é que dentre os muitos profissionais desta área que conheço, esta é alguém que tem o dom natural desta profissão.
Conhecemo-nos desde 2009, uma relação de amizade que começou num grupo de amigos poetas – no extinto site Poetas Mortos – e que se tornou real.

Durante um ano nos relacionamos pela Internet e, quando ela foi a São Paulo, participar de um Seminário de Saúde, aceitou meu convite de ir até minha casa. Foi lá que estreitamos nossos laços, se é que era possível, mas nos tornamos pessoas mais reais uma para outra. E desta visita originou-se outra e hoje, fiz o caminho inverso. Hoje não, dia 6 de Dezembro de 2011.
Vim passar uns dias. E estes dias se estenderam exatamente por ela ser uma Enfermeira esplêndida.
Ela interessou-se por meu caso.
Resolveu cuidar para que eu pudesse andar de volta. Me libertar das primas – como eram chamadas minhas muletas, apelido dado pelo meu pastor.
Bem, nos primeiros dias aqui ela corria de lá para cá em um tratamento proposto pela Dra. Leotávia, para que acabasse a infecção de minha perna. Era soro, agulha e garrote, parecia que não podia me ver, mas as dores que eu sentia já por um período de 4 anos, desde o acidente e que foi diagnosticada pela equipe do Dr Daphins – São Paulo – como psicológica sumiu depois deste tratamento.
Logo depois ela me levou ao Dr Júlio Cuadros, que indicou um novo tratamento e desde então a Jane tem sido minha enfermeira particular, além de hospedeira, corre comigo para cima e para baixo, providencia remédios, exames e consultas e suporta todas as minhas oscilações de humor.
No dia 6 de dezembro, fui entregue a ela pelo segurança do Eduardo Gomes – aeroporto de Manaus – em uma cadeira de rodas e nesta cadeira fui levada ao seu carro. Graças aos seus cuidados diários, hoje, dia 12 de maio de 2012, passei a manhã preparando um Tabule para comermos. E foi algo que fiz andando normalmente, sem a ajuda das benditas muletas.
Seu trabalho maior não foi este. Embora este seja gigante.
Seu grande trabalho se deu na observação interessada de meu modo de alimentação. Ela cismou que havia algo errado com meu metabolismo, já que eu fazia dieta e não emagrecia
Assim, ela elaborou uma lista de exames e depois que os fiz todos, ela chegou ao diagnóstico final: Eu não podia fazer dieta.
O que ela não sabia talvez, é o quanto foi – e é ainda difícil para mim – conseguir acompanhar o programa alimentar que ela desenvolveu para mim, pois poucas pessoas sabem realmente que eu já perdera a muito, tempo o prazer de me alimentar.
Hoje, 5 meses depois, a Elisabeth que escreve aqui é uma pessoa diferente daquela que embarcou em São Paulo, esta que vos escreve é uma pessoa indo em encontro da verdadeira Elisabeth perdida dentro de um consultório médico que a incentivou a fazer uma dieta drástica por causa de dois quilos a mais que ele achava estarem fora de lugar.
Devo este meu aprendizado sobre mim mesma a uma grande profissional: Jane Eyre Uchoa Queiros.
Feliz Dia do Enfermeiro amiga!
Parabéns...

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