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sábado, fevereiro 01, 2014

Tchau e até nunca mais Ceratocone

Feliz demais!

Ontem, 31 de Janeiro de 2014, meu oftalmo confirmou o diagnóstico final do Exame do Ceratocone e, Graças a Deus, estou curada!

Para quem não conhece esta enfermidade, Ceratocone a alteração estrutural da córnea que assume formato de cone e a curva que se forma causa distorção da visão como a percepção de múltiplas imagens e sensibilidade à luz.
Ceratocone provoca coceiras nos olhos e é durante este desconforto que ele progride, alcançando uma curvatura onde nào pode mais expandir, sendo necessário então tratamentos mais fortes e alguns invasivos.
O mais comum é a colocação do que se chama por técnica Cirurgia do Anel de Ferrara - que pode ser feita de forma quase indolor e com pouca invasão.
Só que para chegar até ela, passa-se por outros tratamentos tão invasivos quanto.
O primeiro tratamento são os óculos e vão até as lentes de contato, e as alternativas cirúrgicas e tratamentos menos invasivos como implante de anel intracorneano e o crosslinking de colágeno de córnea com riboflavina. E naturalmente o transplante de córnea, que é um procedimento bastante invasivo mas que felizmente apenas cerca de 5% dos pacientes com ceratocone irão precisar, pois o ceratocone não evolui para sempre. Mas isto não quer dizer que a pessoa realmente não perca a visão.
As informações promissoras são de médicos que gostam de Cirurgias, mas no meu caso, por exemplo, arriscar-se à uma Cirurgia para uma colocação de Prótese na vista é arriscado, pois já tenho problemas com rejeião à que uso na perna.

segunda-feira, abril 15, 2013

Quando eu não andava



Quando fiquei sem andar e todos acreditavam que ficar dependente em cima de uma cama era meu destino final, eu acreditava que aquela dificuldade era mais uma forma de meu corpo espiritual se fortalecer.
Foram meses difíceis, que foram acompanhados pelas pessoas mais chegadas, que iam me visitar apesar de minha situação, entre elas a amada Suzethe Lira e a doce Maria Candido. Testemunhas de quão baixo eu cheguei, mas todos que estiveram comigo, querendo ou não são obrigados a dizer que em nenhum momento eu perdi a fé.

Me via forte e de pé, mesmo quando as dores tentavam me destruir.
O que  a maioria das pessoas não entendem é que está não foi a pior prova que eu passei, embora ficar deitada naquela cama não fosse fácil.
Com o passar dos anos aprendi a valorizar as dificuldades e aprender com elas, mesmo as que me colocaram em risco a Segurança, a Sanidade e a Moral.
Aprendi que um dia morreremos, mas enquanto não chega o dia, o melhor mesmo é reagir contra o que tenta nos aprisionar a alma.
Nosso corpo pode ficar preso, mas nossa alma tem que arrumar um motivo para cantar.
Grandes professores #Paulo e #Silas.



Eu andando de novo!

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Gióa Júnior