Hoje li um texto no Recanto das Letras sobre Reconciliação, indo na temática que já disse aqui não vou trabalhar, mas é sim sobre Homssexualidade. O texto, de Auero Martins, intitulado A Mãe e o Filho Homossexual é forte pois fala de algo diferente, sobre a visão de um filho apenas.
Antes de entrar nisto, quero apenas lembrar que vejo o ser humano como dois apenas, independe de sua opção sexual e acho que nas nossas relações cotidianas devemos olhar o ser humano como Homem apenas.
Um filho deve ser amado como filho apenas, sem observarmos suas opções acertadas ou não à religião, sexualidade e visão política. Uma pessoa deve ser respeitada em suas escolhas mesmo que ela queira ser Petista, Corinthiana e sabe Deus mais o que. Acho que devemos amar as pessoas como elas são, com suas incosntâncias, com seus olhares difrenciados pela vida, com seu péssimo gosto musical - mesmo que seja uma aberração pseudo-musical. Devemos respeitar.
Acredito que devemos amar as pessoas, mesmo que não concordemos com suas atitudes, devemos zelar pelo bem estar daqueles que juramos proteger enaquanto não conhecíamos as suas escolhas, que, muitas vezes são pautadas nas péssimas escolhas da própria família.
Os pais e responsáveis agem e falam de tudo na frente dos filhos pequenos, acreditando que estão sendo corretos em suas atitudes, mas devemos sempre lembrar que não sabemos que uma criança entende de fato do que lhes ensinamos.
Ontem mesmo li um texto muito inteligente sobre a morte e a escritora, Ericka C Dias, contava sua experiência com a morte, Mas afinal de contas, o que diabos é a morte? Quando explicavam-lhe sobre a morte, ela entendia tudo diferente do que realmente as pessoas diziam.
As pessoas desejavam acalma-la e ela acabavam mais estressada com o tema, que até para alguns adultos é difícil. Sim, certas explicações mais atrapalham que ajudam o entendimento infantil.
Certas atitudes também podem ser interpretadas de forma equivocada. Bem, outro assunto em voga nos últimos anos, por exemplo, é a alienação parental, que pode ser feita de forma tào discreta que nem a vítima, nem o parente causador a notam, sendo diagnosticada apenas no final, quando já instalado o problema.
Quanto a amar os filhos, sejam eles o que escolherem ser, acho lindo e admirável, porque diferente do que se crê e a Sociedade apregoa, poucas são as mulheres capazes de amar de fato um filho quando ele age da forma diferente da esperada.
Muitas mães aceitam as atitudes que julgam estranhas nos filhos mais por achar responsável pelos desvios do que realmente por amor a eles.
E aqui está falando alguém que passou mais de 20 anos atendendo mulheres co problemas com filhos e maridos e não a pessoa que ama escrever sobre o que você abomina.
Acredito no amor desmedido, sem apego às limitações sociais e morais - ou de falsa moralidade - amor que pode abraçar um filho com todas as suas limitações, mas as pessoas evitam o que acham estranho nos outros, por não aceitarem eles mesmos viver na normalidade que não aceitam, mas é obrigado vestir como segunda pele para continuarem vivendo de forma confortável.
As pessoas, em sua maioria vivem de forma covarde, por não saberem lutar pelo que acreditam.
Sou a favor da livre expressão, simplesmente porque creio que as pessoas podem acrescentar cada vez mais umas às outras, conhecimento e sabedoria, experiências diferentes daquelas que as outras nem sonham viver.
Gosto daqueles que lutam até o fim pelo que acreditam, mesmo que sejam considerados tolos pela maioria e mesmo que em meu ponto de vista estejam errados. Só que a audácia, a coragem de defender um ideal deve ser respeitada sempre, tirando se lutar por este ideal venha trazer morte aos inocentes, ai mudo de lado, pois sou defensora da vida - principalmente a vida humana.
Elisabeth Alves
Folhei-me, olhe-me com carinho, ou como o desejo te permitir. Sou teu livro, abra-me com cuidado, para que eu possa durar sempre mais. Este não é um blog qualquer, são as páginas de minha vida. Descubra-me aos poucos... Leia-me!
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quinta-feira, novembro 03, 2011
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
Haja Vida - Um poema e reflexão sobre a violência na família

Haja vida!
E a vida se faz,
Através de desejo,
Posto em chama,
Corpo clama,
E assim, em momento de alegria,
Eis que Deus permite a vida.
Talves para sermos mais responsáveis
Pelo que geramos,
Devéssemos dizer fazer vida
Em vez de fazer amor.
Elis
Falando sério!
Baseado no poema, deixa-se crer que a vida só é possível através de um ato de amor.Mas não é verdade.
Reconheço que dado a violência que aumenta cada dia, desde que o mundo é mundo e o homem é maligno, existem outras formas de se trazer alguém a vida.
A grande violência contra a mulher, que deve ser combatida, gera filhos da dor, do desespero, da obrigação conjugal, do estupro, da Pedofilia e de muitas outras variações de violência contra a mulher.
Muitas vezes, oprimidas por seus familiares, mulheres geram filhos de pais, irmãos e tios, numa continuidade de maldade, como se obrigadas fossem perpetuar a hereditariedade de uma semente do mal. Não podendo dar voz ao grito que guardam no peito, a dor dilacerante de gerar a dor, pois sabem que inevitavelmente sofrerá a dor de ver seu filho fazer ou sofrer algo igual.
Nossa sociedade é memso imbecil. Aceita a maldade e só grita quando o assunto é midiático. Os que sofrem no silêncio são em sua maioria marginalizados e jamais vistos como vítimas.
A vida não tem valor para poderosos, sejam eles políticos ou não.
Só quando estas coisas acontecem na chamada alta sociedade é que chamam a atenção.
desde que o Brasil intensificou investigações contra a Pedofilia e Violência contra o menor, tenho acompanhado na mídia (TV e Internet) grupos que defendem Pedofílos porque estes geram lucros para o país. Para mim é um absurdo que alguém tenha coragem de dizer algo assim.
E não vou dizer que é só até que aconteça em sua família, pois muitas pessoas acham normal pais praticarem sexo com seus filhos, sejam eles meninos ou meninas. Assim, seria ignorância da minha parte dizer tamanha asneira e seria até maldade de minha parte.
Sou conhecedora de que a Polícia Brasileira até muito pouco tempo atrás nada fazia quando acontecia estas coisas na família, pois não havia jurisdição e muito menos vontade de solucionar o problema. Falo isto como conhecedora do fato, pois em minha família já aconteceu este tipo de crime e o criminoso era reicidente.
Graças a Deus, minha tia teve coragem de lutar contra a nossa família e deu cabo da situação, divorciando-se do canalha.
Isto porque a Justiça brasileira, na época nada pode fazer e isto aconteceu a menos de 30 anos.
É horrível para alguém ouvir do pai ou qualquer outro parente a frase:"A filha nasceu para servir ao pai" e ninguém querer fazer nada. Isto é o que chamo de Ditadura Familiar.
(Desabafo escrito em http://www.fiosdoinfinito.ning.com/
http://www.fiosdoinfinito.ning.com/profiles/blogs/haja-vida?xg_source=activity
Elisabeth Lorena Alves
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