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quarta-feira, março 04, 2009

E Deus fez a mulher Uma Poesia de Ayaide Lemos e um link para a postagem de Denise Arcoverde e Ditabranda




Deus fez a mulher

Quando Deus criou o homem
Percebeu que lhe faltava algo
Como a sensibilidade para sentir
Toda a beleza que o mundo lhe oferecia.
Faltava-lhe a amabilidade para o trato com os animais
Não havia a delicadeza de perceber
O perfume e doce encanto das flores.
Deus percebeu que o homem era energia
Mas ao mesmo tempo frágil à dor
Tinha dificuldades de pensar
Precisava de um coração para lhe guiar.
Percebeu que ele jamais conseguiria viver sozinho
Porque é desorganizado, nem se alimentar sabe
Porque o homem é dengoso, é medroso
Enfim, o homem só, não tem direção
Precisa de alguém que lhe de a mão.

Deus fez a mulher
Um Ser amável, sensível, romântica
De aparência frágil, mas forte como rocha.
Que gera, cria, educa os filhos...
Que é dona do lar, organizadora da família...
Que é trabalhadora, guerreira, persistente, valente...
Que é esposa, é amante, é mulher...
Que tem fé. É extremamente zelosa com o Divino.

Deus se encantou tanto com esta sua criação
Que desejou senti-la intimamente
E no vente de uma mulher quis ser gerado
Por uma mulher foi aquecido, foi amado
Passo a passo sua humanidade foi construída
E durante toda sua vida
Por ela foi acolhido
Que mesmo já sem vida
Nos braços dela seu corpo foi estendido.

Ataíde Lemos
Esta mensagem foi enviada por ATAIDE LEMOS, um grande amigo, que todos os dias posta amizade em forma de poesia em minha página do orkut.
Valeu amigo.


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Falando sobre outro assunto

Veja o que a Denise Arcoverde postou sobre Ditabranda.
Ditabranda.
Para quem nção sabe ou não entendeu...

Quase ninguém lê editorial de jornais, mas quase todos leem a seção de cartas. E foi assim que tudo começou. Os fatos: a Folha de S.Paulo, em editorial de 17/2, aplica a expressão “ditabranda” ao regime militar que prendeu, torturou, estuprou e assassinou. O primeiro leitor que escreve protestando recebe uma resposta pífia; a partir daí, multiplicam-se as cartas: as dos indignados e as dos que ainda defendem a ditadura. Normal.
Eis um pedacinho da questionada Ditabranda.
Para que não reste nenhuma dúvida sobre o que foi escrito na Folha, vai a seguir a transcrição do trecho que vem provocando tanta polêmica: "Mas, se as chamadas ‘ditabrandas’ - caso do Brasil entre 1964 e 1985 - partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e acesso à Justiça, o novo autoritarismo latino-americano, inaugurado por Alberto Fujimori no Peru, faz o caminho inverso.".
Continue lendo aqui

Ainda pode saber mais sobre Ditadura lendo o livro Brasil Nunca Mais - Um Relato para a História
Leia mais em Ditabranda para quem?
Ou Contando cadáveres, Ditabranda e Direitos de Comunicação
Jornalista, professor da USP (Universidade de São Paulo) e teatrólogo, Vlado Herzog nasceu em 1937 na cidade de Osijsk, Iugoslávia. Filho de Zigmund Herzog e Zora Herzog, imigrou com os pais para o Brasil em 1942. A família saiu da Europa fugindo do nazismo.

Elisabeth Lorena

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