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terça-feira, junho 24, 2014

Malévola - O filme, por Jane Uchôa

 Jane Eyre Uchoa foi ao cinema hoje.  E a postagem é dela. Um lindo depoimento sobre o Filme Malévola . Leia e assistam!
Cuidado, tem um Spoilersinho básico!

Uma grande produção da Walt Disney que a principio parece infantil, mas na verdade é bem adulto.
Malevola foi um filme que vi muitas pessoas dizerem que iam assistir , mas os comentários versavam apenas para o lado mau do personagem e a interpretação brilhante de Angelina Jolie.
Eu vi uma mensagem muito linda. Todo ser humano tem seu lado bom e seu lado mau. Malevola era uma fada, era do bem e de repente viu-se traída por permitir a aproximação de um ser humano que aproveitou-se de sua confiança.
Com esta permissão foram-se suas asas e sua bondade embora. E no lugar ficou uma mulher má, mas com um sentimento de amor guardado. O desenrolar do filme traz uma mistura de cenas onde podemos ver que Malevola aprendeu a voar com o Avatar, uma cena de Beleza americana é feita por Aurora , cenas que relembram Senhor dos anéis, Harry Potter , Shereck, Smurfs e uma serie de outros filmes Disney.
A história inspirada na Bela adormecida, trás também uma saída utilizada pelo caçador de Branca de Neve, mas que ao invés de levar o coração de um animal ao seu rei, leva as asas de Malévola. As fadinhas de Cinderela aparecem como tias da Bela adormecida, embora elas existam de fato no original, porém, mas parecem as tias do que as fadas.
A fotografia é linda, efeitos maravilhosos e tudo isso em 3D fica fantástico. A interpretação de Angelina é maligna de boa, nunca vi um desenho ganhar vida tão perfeitamente. E aquela face? Os zigomáticos mais desejados do mundo pelas mulherada.
Mas, o melhor de tudo mesmo é ver em um filme uma verdade incontestável: o amor verdadeiro advém de quem nos cria, e não de um príncipe que mal te conhece chegando num cavalo branco. E não precisa ser da mãe propriamente dita. Malevola criou laços com Aurora que os faziam protegê-la em vez de machucá-la, no fundo o desejo mesmo era ser mãe daquela que era filha do seu ex- amor.
Parece besteira né? Mas não é, o filme consegue fazer o espectador torcer pela vilã, apesar da maldade aparente, ela ganha simpatia do público de uma cena para outra e o final mostra o quanto o ódio anda bem ao lado do amor.
Não sei se fosse o inverso (o Rei no lugar de Malevola) aconteceria a mesma coisa. O amor maternal é único e inconfundível, são laços profundos e que ninguém quebra.
Contaria esta história para meu filho se ele fosse criança ainda, de fato a outra era muito sem noção.
Assistam, vale a pena, não é um filme infantil.
Ah! Nunca pise no coração de uma mulher e nem arranque suas asas, você acabará no precipício, enquanto ela voa com suas asas resgatadas.
- Oi , praga. (melhor cena do filme)
Jane Uchoa, filha do cinéfilo Carlos Uchôa

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