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sábado, novembro 05, 2011

A Culpa é sua!

A culpa é sua! Pense ai...



Bem, eu já falei isto aqui e sei que você ainda se lembra. E você sabe que se mudo de ideia, deixo aí publicado o que pensava antes.

Hoje comecei pensar sobre aborto e mudei de ideia quanto a duas coisas que acreditava até então. Se eu luto para tirar o direito a vida de uma criança só porque ela é fruto de uma violência sexual, eu estou apenas combatendo a consequência e não a causa. Ou seja, estou fazendo exatamente o que o Governo quer. Discutindo as consequências sem dar a real importância a causa. E como a causa só pode ser combatida por políticas de Segurança válida e não há interesse da parte deles, passa a discussão para a Sociedade, que pode ser direcionada por outra questão, os valores dos parasitas, que se aproveitam de algo maior, para defender a libertinagem de alguns.

Quando uma criança é gerada da violência, quem deve ser castigado é o bandido que feriu uma mulher e criou uma situação sem limite. Afinal um filho é para toda a vida. Só que hoje existem muitas facilidades e muitas famílias interessadas em adotar uma criança e NEM ADIANTA ME DIZER QUE VAI SER TRAUMÁTICO UMA GRAVIDEZ NESTA SITUAÇÃO por que sei que será. Aí entra nova responsabilidade dos Governos. Uma violência desta gerando filho ou não, trás males à mulher, vítima dela, que precisa de acompanhamento psicológico de qualquer jeito.
Não é a criança que deve ser punida, é o criminoso. A mãe e a criança são vítimas, tanto uma como a outra.

Nossa culpa ou do governo

Nossos governos estão sempre jogando para nós a responsabilidade de resolver as questões que eles são pagos para resolver – e no Brasil muito mais que em outros países.

Os bandidos tem todo tipo de armas e constantemente ouvimos a própria Polícia ir à Imprensa e dizer que o armamento que deveria estar na mão do Exército, Forças Armadas e sabe Deus mais quem, estão em poder dos fora da Lei.

Pergunta que não quer calar – Como estas armas foram parar na mão deles?

As leis brasileiras estão cada vez mais amenas. Os Direitos Humanos estão sempre defendendo bandidos – hoje pode ser chamada livremente de Direitos dos Bandidos. Por causa destas amenidades legais, o bandido paga uma fiança e sai ileso.

Um menor infrator – bandido de fato, mas a gente nem tem o direito de dar nome aos bois – mata, rouba e apronta de tudo, quando atinge a maioridade, tem sua ficha criminal limpa. Detalhe Técnico - com isto suas vítimas voltam a vida?

  • Um bandido mata uma pessoa e se por acaso entregar o corpo na Delegacia tem como recorrer em liberdade.
  • Uma pessoa comete um crime e se fugir do flagrante consegue ficar em liberdade pelas muitas fugas que a Lei dá.
  • O Governo acredita que não tem porque defender a população, simplesmente porque alguns não acharam certo entregar suas armas em um tal de Plebiscito que tentava desarmar a população – decente – pois bandido que é bandido vive fora da Lei e não vai ser uma coisinha desta que vai fazer ele ser bom.
  • O Governo não incentiva que as pessoas se preparem para o casamento, que conheça políticas de Saúde decentes, que os ajude a programar uma família saudável, aí quer autorizar uma mãe com problemas na gravidez a abortar. Detalhe técnico: Se ainda fosse incentivado os exames pré nupciais muito deste sproblema s seriam evitados. Principalmente levando em conta o aumento da Ciência, dos estudos genéticos e tudo o mais que é anunciado pelos próprios políticos que circulam na Mídia.
  • Se houver Leis que puna de fato aqueles que em sua violência ferem as meulheres e crianças, engravidando muitas destas, diminuem este tipo de crimes. É fato que muito dos criminosos, em toda a espécie de crime, são os que se aproveitam da fuga da Lei e não criminosos compulsivos. Este tipo, que é um agrande maioria, não aprontariam tanto,a té por que quase todo aproveitadoré também um covarde.
  • Porque não temos Leis que coibam de fato a combinação alcool e direção? Simplesmente porque ninguém quer criar leis que os condenem mais na frente. E nós já vimos políticos e empresários e pior, seus filhos, cometerem todo tipo de crimes contra a vida – dos outros – mas o máximo que fazem é pagar a fiança e sair pela porta da frente da Delegacia em algumas horas, já suas vítimas, quando tem sorte, levam meses e anos de tratamento, quando não saem das ferragens para o cemitério.
  • Nossa Educação é simplesmente uma porcaria. Salvo no máximo 5% dos professores que realmente ensinam seus alunos – isto por que conseguem de fortma sofrível, transforar o material pedagógico do Governo em algo melhor para seus alunos. Em contra partida, aqueles que se obrigaram seguir o programa oficial, sofre com alunos dispersos e, uma outra porcentagem esta em tratamento por motivos diversos.No resumo da ópera, a maioria dos professores de hoje não estão no Magistério por amor e, sim, por necessidade.
  • Quadro que não é diferente na Saúde, onde a maioria dos profissionais estão sempre mal humorados por causa dos péssimos salários, das péssimas condições de trabalho, dos desgastes comuns das longas horas de trabalho insalubre. Pior é ainda ouvir dizer que precisam de mais humanidade no trato do paciente. E ninguém tem humanidade para com estes profissionais. O Sistema de Saúde não funciona simplesmente porque ele também está doente.

Poderia me estender mais, porém, acabaria fazendo de meu ponto de vista uma briga gigantesca. Afinal, queria falar sobre o aborto apenas, mas meu sangue ferve quando o assunto é Lei e suas vertentes, suas desculpas.

terça-feira, julho 21, 2009

Olhar Cristao: Gripe Suína - Perguntas e Respostas

Resolvi usar um link do Olhar Cristão e depois postei o texto de meu amigo Gê Muniz
(Aqui mais sobre ele:www.gemuniz.webnode.com/blog
www.twitter.com/poetagemuniz )

Falando sobre a Gripe - Opinião de um amigo e poeta





http://www.poetasmortos.com.br/index.asp?op1=2&op2=0&idTexto=15872


Gripe Suína (ops! Influenza a H1n1)
Estou sentindo no ar uma certa atmosfera de pânico. Ainda não é descarado mas, na minha modesta opinião, já é uma forma sim, de pânico. Percebo também, em alguns poucos, um anseio por unidade, por confraternização, por ajuda mútua como, há muito, não percebo por estas cercanias tupiniquins. Tudo isto, é claro, acontece em função de uma instintiva necessidade de sobrevivência. Não. Não estou falando das últimas desventuras do senado brasileiro e dos bizarros personagens políticos com suas eternas crises de honestidade. Falo da famigerada "Gripe Suína". Desculpem senhores suinocultores, me corrijo: Influenza H1N1 (estes respeitáveis criadores não gostam que se impute este desagradável mal aos seus amigos e rechonchudos porquinhos).
Ao transcorrer dos dias é nítido que o cerco se fecha. O que antes parecia ser um mal distante, coisa de "cucaracha" mexicano ou "hermano" argentino, tornou-se ameaçadoramente próximo. O nosso Ministério da Saúde coloca em seus pronunciamentos uma previsão entre 40 e 67 milhões de infectados no país! É gente, hein? Por conta destes "recados" alarmantes, um sopro, uma fungada mais forte de alguém perto do meu rosto, já traz à tona a lembrança destes números. Penso:
- Se estas estatísticas do nosso Ministério estiverem corretas, a cada quatro fungadas que eu levar na cara , pelo menos uma será a de um portador da gripe! - Realmente passei a ficar nada à vontade próximo aos escarros, espirros e tossidos de transeuntes nas ruas. A bem da verdade, por precaução evito até os ventos dos assovios, por mais alegres que me aparentem...
Diante de minha situação peculiar (definitivamente não sou hipocondríaco) procurei informar-me melhor sobre esta misteriosa gripe que se alastra pelos cinco continentes de forma tão rápida e invasiva. Em minhas pesquisas, de pronto percebi um fator nada animador: notei que por parte dos infectologistas, do governo (não só o governo brasileiro, mas os de todos os países onde a doença definitivamente se instalou) e nos meios de comunicação são tantas informações contraditas que só posso pensar que, das duas uma: que ninguém, nem mesmo os especialistas, sabe direito o que fazer e como se comportar diante deste tenebroso microorganismo, ou, então, todos os detentores das verdadeiras informações sobre o que realmente está ocorrendo estão praticando alguma espécie de "desinformação" só para confundir e não alarmar a todos. Impressionante como ninguém é conclusivo. Nem mesmo dizem coisa com coisa.
Diante de tantos "porquês", procurei me precaver mentalmente das possíveis influências deste mal. Meus neurônios viajam em hipóteses e imagino até de modo requintado o que fazer para manter-me longe desta febre alta, dos espirros, da dor no corpo, da dificuldade de respiração, da improvável, mas possível pneumonia... Relaciono e decoro constantemente em minha memória as possíveis medidas, as precauções, os nomes dos medicamentos, etc...
Por outro lado existe um meu lado aguerrido e confiante... Uma outra face desafiadora que torce para eu pegue este vírus, me recupere logo e siga normalmente minha vida com menos este fantasma a assombrar. Afinal, já são tantos em nosso cotidiano! Podem me achar louco, inconsequente, mas é a pura verdade! Nada pode ser tão ruim quanto a espectativa de que algo de ruim pode acontecer. A angustiante espera de um destino a qual não temos o menor controle pode ser pior até do que o próprio fato consumado, em si.
Esta gripe me faz lembrar duas histórias: a primeira, clássica, de Édipo e sua infrutífera tentativa de burlar seu próprio destino de vir a matar o pai e amar a mãe - Será que, ao tentar me afastar desta doença de forma paranóica não estarei, isto sim, indo ao encontro dela? Tantos cuidados, tanto, tanto medo nunca me cheiraram muito bem... Sabe aquele filme "trash", tipo "sexta-feira 13", onde o cagão é o primeiro a levar facada? Então... - A outra história que me vem à mente é a do livro de José Saramago, "Ensaios sobre Cegueira". Para quem não leu o livro ou viu o filme, vai aqui um super-resumo: A humanidade é acometida por uma doença misteriosa que deixa todas as pessoas cegas. O livro gira em torno dos acontecimentos subsequentes à esta pandemia fictícia, contando a respeito de um pequeno grupo pessoas. Ao final, a doença some da mesma forma misteriosa que apareceu, e todos os sobreviventes recuperam a visão. Bem, é claro que este livro não fala de cegueira mas, isto sim, fala da "falta de visão" de perspectivas, de anseios, dos sentimentos de cada um em particular e em relação aos seus semelhantes. Aquele pequeno grupo de personagens cegos se une e consegue enxergar uns aos outros superando a forma plástica, sob uma perspectiva mais sincera e humana, além do que a simples visão ocular é capaz de realizar e que pode, neste caso, inclusive atrapalhar.
Parece-me que esta possibilidade de pandemia começa a fazer emergir do interior das pessoas, mesmo que de forma tênue, tímida, algumas típicas reações narradas nesta maravilhosa obra deste mestre luzitano, prêmio Nobel da literatura: provocar em muitos aquele estado animalesco de seleção natural tipo "salve-se quem puder que eu vou na frente", ou, então, em alguns outros, despertar aquelas atitudes que diferenciam o ser humano de um animal qualquer, ou seja, o desejo de buscar, mesmo que em meio às dificuldades e perdas extremas, uma união de anseios e sentimentos para com os semelhantes que possa combater a inevitável solidão causada pela perspectiva de um futuro negro.
De qualquer maneira, e em meio a isto tudo, sempre procuro algum lado bom. Acho a aportunidade profundamente interessante. Claro, não quero morrer, muito menos que alguém morra desta gripe. Porém desejo muito, como prega um certo livro de auto-ajuda muito divulgado neste planeta nas últimas centenas de anos, que as pessoas tenham "uma vida mais abundante". O certo é que, para isto ocorrer, certamente não é só ter a saúde perfeita o que conta... É preciso exercer a prerrogativa de ser "humano".




Eis o link:



Olhar Cristao: Gripe Suína - Perguntas e Respostas

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